MAPI

Pastoreio de Pastores
mapibrasil@gmail.com   (27) 3322-2709  

Parcerias de Pastoreio de Pastores nas Denominações

20 de outubro de 2016

Parcerias de Pastoreio de Pastores nas Denominações

“Como cooperadores (parceiros) de Deus…” (2 Co 6.1)

 

“Eu lhes digo verdadeiramente que o Filho não pode fazer nada de si mesmo,

só pode fazer o que vê o Pai fazer,

porque o que o Pai faz o Filho também faz.

Pois o Pai ama ao Filho e lhe mostra tudo o que faz (João 5.19, 20a)

 

“Afinal das contas, quem é Apolo?  Quem é Paulo? 

Apenas servos por meio dos quais vocês vieram a crer,

conforme o ministério que o Senhor atribuiu a cada um.

Eu plantei, Apolo regou, mas Deus é quem fez crescer…

Pois nós somos cooperadores (parceiros) de Deus;

Vocês são lavoura de Deus e edifício de Deus (1 Co 3.5, 6, 9)

 

Há diferentes tipos de dons, mas o Espírito é o mesmo.

Há diferentes tipos de ministérios, mas o Senhor é o mesmo.

Há diferentes formas de atuação, mas é o mesmo Deus quem efetua tudo em todos.

A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito, visando ao bem comum.

Ora, assim como o corpo é uma unidade, embora tenham muitos membros,

e todos os membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo,

assim também com respeito a Cristo.

O olho não pode dizer à mão: ‘Não preciso de você!

Nem a cabeça pode dizer aos pés: ‘Não preciso de vocês!’

Ora, vocês são o corpo de Cristo,

e cada um de vocês, individualmente, é membro desse corpo

(1 Co 12.4-7, 12, 13, 21, 27)

 

A vida do corpo ensinado em 1 Coríntios 12-14, Romanos 12 e Efésios 4 e ilustrado em Atos 2.42-47 não deve expressar-se apenas na igreja local.  Igrejas, denominações e organizações para-eclesiásticas precisam ser parceiras.  Apenas assim chegaremos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, à maturidade e a medida da plenitude de Cristo (Ef 4.13).

Apesar de destacarmos um foco nas denominações no título acima, precisamos esclarecer que esta página e todos os links se aplicam também a parcerias com conselhos de pastores em qualquer cidade, organizações para-eclesiásticas que também querem se envolver no pastoreio de pastores e missões que se importam com o pastoreio de seus missionários.

Veja os seguintes links para aprofundar o assunto de parcerias.

  1. Resultados da Primeira Consulta Nacional de Líderes Denominacionais sobre o Pastoreio de Pastores
  2. Informações sobre a Segunda Consulta Nacional de Líderes Denominacionais sobre o Pastoreio de Pastores
  3. Alicerces de parcerias bíblicas em 1 Coríntios 12-14
  4. Quinze princípios para colaboração eficaz no reino de Deus
  5. Perspectivas de líderes denominacionais sobre o pastoreio de pastores
  6. Implementando o pastoreio de pastores numa denominação
  7. Catalisando um movimento de pastoreio de pastores
  8. Outros recursos

 

  1. A Segunda Consulta Nacional de Líderes

Denominacionais sobre o Pastoreio de Pastores

A segunda consulta nacional acontecerá nos dias 22-25 de setembro no Hotel Mônaco, bem próximo ao aeroporto internacional de Guarulhos.  A primeira consulta reuniu mais de 100 líderes denominacionais e focou a visão e valores do pastoreio de pastores.  Por unanimidade de pedidos, a segunda consulta passará da visão para a prática.  Equipes de 2 a 5 líderes chaves de cada denominação trabalharão no desenvolvimento de projetos de pastoreio em seus contextos.  Os participantes contarão com ajuda de estudos de caso, assessoria de pessoas experientes no campo, troca de experiências com outros líderes que estão desenvolvendo projetos parecidos, um processo simples, mas firme de planejamento, e, uma apostila cheia de idéias, ferramentas e recursos na área.

 

Os estudos de caso incluem o projeto de pastoreio de pastores entre os Batistas Nacionais, os Quadrangulares e no Ministério Igreja em Células, além de um projeto para o desenvolvimento de Mentores Masters.  Os preletores inspiracionais incluem Abe Huber, Carlos Alberto Bezerra, David Kornfield, Ebenezer Bittencourt e Nancy Dusilek.  Veja o link do programa para mais detalhes.

 

Para mais informações veja o seguinte:

  1. A carta convite para líderes denominacionais

 

  1. O programa da 2ª Consulta Nacional

 

  1. A ficha de inscrição

 

  1. Voltar para a página principal de parcerias.

 

Se quiser mais informações sobre a Consulta entre em contato com Elis Negrão no e-mail: elis.negrao@gmail.com ou no fone: (11) 5662-6825

 

 

 

Carta Convite a Líderes Denominacionais

quanto à 2ª Consulta Nacional de Pastoreio de Pastores

Querido líder denominacional,                                                                                                                                                                     8 de maio de 2008

Saudações em nome do Pastor de todos os pastores, nosso Senhor Jesus Cristo, aquele cujo coração se desmancha ao ver pastores muitas vezes aflitos e desamparados, como ovelhas sem pastor.

Percebemos que você é uma pessoa chave em sua denominação envolvida em supervisionar ou cuidar dos pastores.  Queremos lhe convidar para a II Consulta Nacional para líderes denominacionais em 22 a 25 de setembro no Hotel Mônaco, bem próximo ao aeroporto internacional de Guarulhos/SP.

Na I Consulta em 2007, ressaltamos a visão e valores do pastoreio de pastores.  Os participantes saíram empolgados e motivados para caminharem nessa direção.  Nesta II Consulta de 2008, destacaremos modelos, ferramentas e formas práticas de implementar o pastoreio de pastores em seu contexto.  Pretendemos sair da teoria para a prática!

Os que já estão nesta caminhada poderão refinar seus conceitos e idéias e compartilhar as experiências adquiridas e desafios enfrentados.  Cremos que será uma oportunidade inédita para nós que somos responsáveis por outros pastores.  Você não pode faltar!

Compartilharemos alguns estudos de caso de projetos de pastoreio de pastores de diversas denominações ou movimentos que tomaram passos bem concretos desde a I consulta: A Igreja em Células, os batistas nacionais, batistas da convenção, os metodistas, os quadrangulares e um trabalho na cidade de Manaus.  Daremos continuidade ao grupo de trabalho (GT) quanto ao pastoreio de mulheres no ministério, com possibilidade de um novo GT na área de mentoria de líderes evangélicos no mercado (profissionais, educadores, políticos, empresários, etc.).

Dois são bem melhor que um e um cordão de três dobras não se arrebente facilmente.  O encorajo a participar com sua equipe, uns companheiros responsáveis e apaixonados pelo pastoreio de pastores.  A sinergia se multiplica se você estiver com bons companheiros cujos corações ardem com os mesmos sonhos.  Você terá a oportunidade de compartilhar seus desafios, possibilidades e sonhos e rascunhar um anteprojeto.  A chance de implantar esse anteprojeto aumenta tremendamente se trabalhar em equipe.  Repasse esta carta e a ficha de inscrição, anexa para as pessoas que você gostaria de ter como equipe de trabalho na consulta.

A ficha de inscrição anexa dá mais detalhes.  Ao se inscrever antes do dia 22 de junho, ganhará um bom desconto.

Por favor, comece a orar sobre as grandes possibilidades que o pastoreio de pastores nos dá, viabilizando termos pastores saudáveis.  Pastores saudáveis são a maior chave para igrejas serem saudáveis e um pré-requisito para termos cidades cada vez mais saudáveis e missionários cada vez mais saudáveis.

Com grande expectativa no Senhor,

Abraços

 

 

David Kornfield

Outros links:

  1. Um download desta página como documento Word.

 

  1. Programa da 2ª Consulta Nacional de Líderes Denominacionais sobre o Pastoreio de Pastores.

 

  1. Voltar para a página principal de parcerias.

 

 


Programa da 2ª Consulta Nacional de LDs sobre o PdeP

Segunda-feira, 22 de setembro

18:30  Janta (início oficial da consulta)

20:00  Noite inspiracional.  – A Necessidade do Pastoreio de Pastores – Abe Huber

Terça-feira, 23 de setembro

07:30 Café

08:30 Louvor; – O Desafio do Pastoreio de Mulheres em Ministério – Nancy Dusilek

09:45 Coffee break

10:15 Apresentação do modelo de planejamento NOMRA (Necessidades, Objetivos, Métodos, Recursos, Avaliação) com implicações iniciais para o Pastoreio de P.

11:15  Perguntas e respostas

11:30  Estudo de caso – Os Batistas Nacionais e o pastoreio de pastores

12:00  Introduzindo mudanças que permanecem – cinco fases, múltiplos níveis

12:30 Almoço e tempo livre

15:30 Opcional: ferramentas do pastoreio de pastores usados no MAPI.

16:15 Coffee break

16:30 Estudo de caso – Os Quadrangulares e o pastoreio de pastores

17:00 Desenvolvendo seu projeto com foco nas pessoas certas pelas razões certas – “Primeiro Quem, Depois o Que”

17:45 Desenvolvendo seu projeto de PdeP com foco nas necessidades

18:30 Janta

20:00  Noite inspiracional – O Coração de Jesus quanto aos Seus Pastores – Carlos Alberto Bezerra

Quarta-feira, 24 de setembro

07:30  Café

08:30  Louvor; O Desafio de Redes de Mentoria entre Líderes Evangélicos no Mercado – Ebenezer Bittencourt

09:45  Desenvolvendo seu projeto de PdeP com foco nos objetivos

10:30  Coffee Break

11:00  Estudo de Caso – Mentores Masters e o pastoreio de pastores com Marcelo Fraga

11:30  Desenvolvendo seu projeto com foco nos métodos de pastoreio de pastores.

12:30  Almoço

15:30  Encontros opcionais

16:15 Coffee break

16:30  Estudo de Caso – A Igreja em Células e o PdeP

17:00  Desenvolvendo seu projeto de PdeP com foco nos recursos e avaliação;

18:30  Janta

20:00  Noite inspiracional – “Palavra Profética para Pastores de Pastores” – David Kornfield

Quinta-feira, 25 de setembro

07:30 Café

08:30 Louvor

09:00 Compartilhando nossos projetos com duas outras denominações ou grupos afins

10:30 Coffee Break

11:00 Seguimento e planos de ação individuais.

11:30 Ouvindo de Deus; Testemunhos e Ceia

12:45 Almoço

14:00 Van de saída para Guarulhos

 

Outros links:

  1. Um download desta página como documento Word.

 

  1. Ficha de Inscrição para a 2ª Consulta Nacional de Líderes Denominacionais sobre o Pastoreio de Pastores.

 

  1. Voltar para a página principal de parcerias.

 

 

 


Convite para a II Consulta Nacional de Pastoreio de Pastores, 22 a 25 de Setembro de 2008

Responsáveis: Os participantes da I Consulta Nacional com o apoio e suporte do MAPI, um braço da Sepal.

Onde: Hotel Mônaco, próximo ao aeroporto de Guarulhos com transporte grátis do aeroporto.

Quando: 22 a 25 de setembro, começando na segunda-feira com chegada das 14hs em diante e a janta as 18hs30m, encerrando com o almoço às 13hs na quinta-feira.

Quem: Grupos de dois a quatro líderes denominacionais, ou de um conselho de pastores de cidades grandes, com responsabilidade e paixão para de ver o pastoreio de pastores fluir em seu contexto.

O que (programa): A primeira consulta focalizou a visão e valores.  Esta II consulta focalizará a implementação de um projeto de pastoreio de pastores em cada denominação ou conselho de pastores.  Isto incluirá:

  • Modelos: leve e estruturado, com e sem foco em estender o pastoreio para os líderes principais da igreja;
  • Ferramentas práticas;
  • Exemplos de modelos denominacionais;
  • Tempo em equipes denominacionais para elaborar seu rascunho de projeto;
  • Retorno de assessores sobre seu rascunho;
  • Interação com líderes denominacionais lidando com realidades parecidas à sua;
  • Opções de treinamentos práticos para a liderança de sua denominação na área de pastoreio de pastores.

Mais informações com Elis Negrão: E-mail:  elis.negrao@gmail.com ou fone/fax (11) 5662-6825.

Ficha de inscrição

Nome:  __________________________________________________________________

Endereço:  _______________________________________________________________

Cidade ________________________________________________ Estado: ___________

Fone: ______________________________________ Cel. _________________________

E-mail: __________________________________________________________________

Denominação: ____________________________________________________________

Cargo:  __________________________________________________________________

Investimento: R$380,00 com desconto se for parcelado com antecedência.

Até 22/6, R$320,00 em 4 parcelas de R$80,00.

Até 22/7, R$330,00 em 3 parcelas de R$110,00.

Até 22/8, R$350,00 em 2 parcelas de R$175,00.

Até 10/9, R$380,00 em 1 parcela de R$380,00.

Após 10/9, R$400,00.

 

Depositar no Banco Itaú, Agência 0736, Conta Corrente 71842-0 em nome do MAPI.. Enviar depósitos para o fone/fax (11) 5662-6825 identificando seu nome.

 

Outros links:

  1. Um download desta página como documento Word.

 

  1. Voltar para a página principal sobre a 2ª Consulta Nacional.

 

  1. Voltar para a página principal de parcerias.

 

 

 

  1. Alicerces de Parcerias Bíblicas

em 1 Coríntios 12-14

Sete princípios espirituais e práticos de parcerias no Reino de Deus surgem de um estudo de 1 Coríntios 12-14.  Este contexto de Vida do Corpo, aplicado geralmente a uma igreja local, também pode e deve ser aplicado aos relacionamentos e parcerias entre igrejas, denominações e organizações cristãs.

 

  1. Parceiros no reino têm seu alicerce no senhorio e centralidade de Jesus Cristo. (1 Co 12.1-3; Veja 1 Co 3.5-15).

 

  1. Parceiros mantém uma tensão criativa entre unidade e diversidade (1 Co 12.4-6, 12-13).

 

  1. Parceiros celebram, valorizam e aproveitam os pontos fortes uns dos outros (1 Co 12.7-11; 27-31).

 

  1. Parceiros reconhecem que precisam um do outro. Sozinho, nunca!  Parcerias duram através do tempo quando cada parceiro sente que está beneficiando pelo menos tanto quanto está se entregando (1 Co 12.14-26).

 

  1. Parcerias fluem com uma graça especial quando obreiros de tempo integral facilitam ou lideram a parceria. 1 Coríntios 12.28 ressalta o papel de apóstolos, profetas e mestres e Efésios 4.11 acrescenta evangelistas e pastores.

 

  1. Parcerias devem ser marcadas por amor que se expressa em relacionamentos pessoais e comprometidos (1 Co 13).

 

  1. Parcerias devem ser marcadas por ouvir a Deus e ser orientadas por ele (1 Co 14).

 

Outros links:

  1. Um download desta página como documento Word.

 

  1. Quinze princípios para colaboração eficaz no reino de Deus.

 

  1. Voltar para a página principal de parcerias.

 

 

 

  1. Quinze Princípios para Colaboração Eficaz

no Reino de Deus

Muitas vezes, ministérios cristãos experimentam dificuldades quando tentam trabalhar em conjunto, seja em igrejas/comunidades locais ou internacionais. Quase vinte anos de experiência no campo revelaram para mim certos princípios que são relevantes para praticamente todas as parcerias realmente efetivas e duradouras. Se você construir sua parceria ministerial com estes princípios, a probabilidade de sucesso será alta.  Ignore-os e o fracasso logo virá.[1]

 

  1. Redes/parcerias efetivas são construídas sobre as bases de confiança, abertura e interesse mútuo. Cooperação efetiva é mais que coordenação, planejamento, estratégias e táticas. O cerne do Evangelho são relacionamentos restaurados.  Passar tempo com a intenção de conhecer, entender e apreciar uns aos outros não é opcional.
  2. Redes/parcerias duradouras precisam de um facilitador comprometido – alguém que, por consenso, assume o papel de trazer a rede/parceria à vida e manter os fogos acesos. Este “investidor honesto”, para ser neutro, precisa tirar o “chapéu” de sua própria organização, manter-se comprometido à tarefa e ser uma pessoa de visão que persistirá apesar dos desânimos. Profeta, servo e especialista na área de trabalho –este indivíduo precisa ser treinado e nutrido.  Por ser uma pessoa servindo a todos numa rede ou parceria, ela facilmente se sentirá sob uma obrigação solitária.
  3. Redes/parcerias bem-sucedidas se desenvolvem com o objetivo de atingir uma certa visão ou completar uma tarefa. Cooperação por si mesma é uma receita certa para o fracasso. “Comunhão” calorosa não basta. Isto significa que cooperação duradoura tem seu primeiro foco em quê (objetivos) em vez de como (estrutura). A forma sempre segue a função – não o contrário. Consenso normalmente é melhor que constituição! Mantenha seu foco no propósito.  Estrutura deve ser somente o mínimo necessário para completar o trabalho.
  4. No início, redes/parcerias efetivas têm objetivos limitados e alcançáveis; expandindo à medida que o grupo experimentar sucesso. Apesar de limitados, estes objetivos têm que ter:
  5. Clara importância para o reino que captura a imaginação e gera motivação para o grupo todo, e
  6. Relevância para a visão e o objetivo de cada igreja ou ministério parceiro. Maiores “recompensas” espirituais começam a ocorrer na medida em que a cooperação se torne mais madura e ganhe confiança em sua própria capacidade de realizar mudanças espirituais através de seus esforços.
  7. Redes/parcerias efetivas começam identificando as necessidades básicas das pessoas que estão sendo servidas. Não começam com a tentativa de redigir um estatuto teológico em comum. A partir das necessidades, prioridades do Reino, barreiras a progresso espiritual significativo, os recursos disponíveis ou precisos e prioridades de ação realistas, precisam ser distinguidos e concordados.
  8. Redes/parcerias têm um “campeão” dentro de cada igreja, ministério ou organização à qual abrange — uma pessoa que enxerga como seu grupo pode se beneficiar de tal cooperação prática; alguém que venderá a visão aos colegas e manterá o grupo focado na realização desses benefícios.
  9. Redes/ parcerias efetivas são um processo, não um evento. Os estágios de início, exploração e formação tendem a levar mais tempo que esperado. Se convocarem uma reunião de formação ou até exploração muito cedo, provavelmente matarão a possibi-lidade de cooperação sadia. Afinal, confiança pessoal é essencial. Se o facilitador tomar tempo para estabelecer uma relação de confiança mútua em reuniões individuais com cada pessoa, o esforço mais tarde produzirá ricos frutos no grupo maior.
  10. Manter redes/parcerias efetivas é mais desafiador do que iniciá-las. Para assegurar-se que mantém a visão viva, o foco claro, comunicações boas e resultados preenchidos, o facilitador ou equipe facilitadora terá que investir concentração e compromisso a longo prazo.
  11. Redes/parcerias efetivas são compostas de parceiros com identidades e visão claras. As igrejas e outros ministérios envolvidos precisam ter suas próprias declarações de missão e viver de acordo com elas. Caso contrário, nunca entenderão como “se encaixam”, ou contribuem à idéia geral, ou se beneficiam do esforço conjunto.
  12. Redes/parcerias efetivas reconhecem, até celebram, as diferenças nas histórias, nas visões e nos serviços de ministérios parceiros. Porém, o grupo precisa se concentrar ainda mais nos pontos que tem em comum, como visão, valores e objetivos ministeriais, em vez de focar as diferenças.
  13. Redes/parcerias efetivas servem pelo menos quatro grupos-alvo: as pessoas que estão tentando alcançar/servir; igrejas/ministérios que fazem parte da parceria com suas próprias lideranças e visões; os grupos de oração e apoio financeiro ligados a cada ministério; e, eventualmente, a rede ou parceria em si com suas expectativas crescentes. Existem bem mais jogadores ao redor da mesa do que costumamos reconhecer. Precisamos lembrar de sua necessidade de informação, participação e um senso de realização dos seus objetivos.
  14. Redes/parcerias efetivas têm um alto senso de participação e posse. O facilitador precisa dar atenção especial à participação mais ampla possível na definição de objetivos, no planejamento e no processo das reuniões, e em comunicações contínuas. Encoraje a posse mais abrangente possível e o compromisso à visão comum para que as pessoas participem do processo e não somente do sonho.
  15. Redes/parcerias efetivas enxergam a oração e a comunicação como elementos unica-mente poderosos para atar parceiros em Cristo. Cooperação efetiva é refrescada e fortalecida com orações freqüentes em grupos pequenos onde indivíduos podem expres-sar interesse pelas necessidades pessoais dos outros; e por tomarem a ceia com o grupo.
  16. Redes/parcerias efetivas não surgem de graça. Simplesmente participar na exploração, no planejamento, no nascimento e na coordenação requer tempo e dinheiro. Compromisso mais profundo pode requerer investimentos ainda maiores. Mas, o “retorno por investimento no Reino” que vem de cooperar deve superar a contribuição dada por uma igreja ou um ministério.
  17. Redes/parcerias efetivas antecipam problemas e trabalham de forma proativa para solucioná-los. Assegure que um processo para lidar com mudanças, exceções, desapontamentos, compromissos não cumpridos e fatores inesperados, constitui uma dinâmica íntegra do grupo. Pequenos problemas precisam ser tratados imediatamente. O homem sábio sabe disto: a única coisa previsível é o inesperado.

Outros links:

  1. Um download desta página como documento Word.

 

  1. Algumas perspectivas de líderes denominacionais sobre o pastoreio de pastores.

 

  1. Voltar para a página principal de parcerias.

 

 

  1. Perspectivas de Líderes Denominacionais sobre o Pastoreio de Pastores

 

O MAPI, com a ajuda e assessoria da Eunice Zillner do departamento de pesquisas da Sepal, administrou uma pesquisa de líderes denominacionais e pastores na área de mentoria ou pastoreio de pastores.  Os resultados preliminários e parciais sobre uma mostra de 108 desses líderes seguem abaixo.  Continuaremos a fazer a pesquisa para que a mostra possa crescer e permitir melhores comparações entre grupos regionais, tipos de denominações, etc.

 

A grande maioria (87%) são homens entre a idade de 21 e 60, quase todos (94%).  Quase todos são ministros ordenados (98%), uma maioria (65%) tendo mais de 11 anos de ministério ordenado.  Doze Estados são representados, com boa representação no Sudeste (33%), Nordeste (27%) e Sul (23%).  Também temos um grupo de países de América Latina, principalmente Guatemala (11%).  Uma maioria (58%) vive em cidades de um milhão ou mais.

 

A mostra inclui 60 denominações divididas entre históricas (59%), renovadas (14%) e pentecostais (27%).  Quase um terço (29%) é de denominações pequenas de 10,000 para baixo, com um número maior de denominações de 10,000 até um milhão (52%), e um quarto dos respondentes (19%) de denominações acima de um milhão.

 

A mostra está razoavelmente bem dividida em dois grandes grupos: líderes denominacionais, para-eclesiásticos, capacitadores de pastores e professores de seminários teológicos (34%), e pastores e missionários (66%).  Um quarto (28%) não supervisiona ou cuida de pastores, enquanto que um número parecido (33%) cuida de até dez pastores.  Um quarto (28%) cuidam de 11 a 100 pastores e um grupo menor (11%) cuida de 100 pastores ou mais.

 

Quase todos (85%) sentem a necessidade de um mentor ou pastor em suas vidas e ministérios hoje.  Uma maioria (59%) tem um mentor hoje e a grande maioria desse grupo está contente (47%) ou muito contente (38%) com seu mentor.  Este número indica que o conceito de um mentor ou pastor de pastores tem ganhado certa aceitação entre muitos líderes.  Muitos estão valorizando isso para suas próprias vidas.

 

Três quartos (75%) dos respondentes indicaram que 10% ou menos de seus pastores são pastoreados.  Uma minoria (9%) indicou que 50% ou mais de seus pastores são pastoreados.  Essas denominações podem servir como verdadeiros modelos para os outros, mostrando o caminho e compartilhando ferramentas.  Como sempre se encontra nas pesquisas informais, as esposas de pastores recebem ainda menos cuidado pastoral, 84% dos respondentes indicando que 10% ou menos delas recebem cuidado pastoral.

 

Os respondentes indicaram as três maiores dificuldades ou impedimentos para pastores experimentarem um pastoreio ou mentoria em suas vidas, em ordem de prioridade (1, 2 e 3).  Das sete áreas alistadas, três foram destacados por uma maioria dos respondentes.  O maior problema foi dificuldade de confiar em outros (62%), seguido por falta de tempo ligado à tirania do urgente e o ativismo (57%).  Podemos dizer que os obstáculos internos parecem ser maiores do que os externos quanto à procura de mentores.

Mais três problemas foram destacados por um bom número deles:

  1. Falta de motivação ou visão (44%)
  2. Dificuldade de encontrar um mentor (44%).
  3. Não entender como a mentoria funciona (37%)

 

Na pesquisa quase todos os respondentes indicaram quatro ou cinco nomes de pessoas que têm grande influência sobre a vida e ministério dos pastores de sua cidade ou estado.  Em cada cidade ou estado, esses nomes devem ser considerados com carinho especial quanto a um convite para uma consulta estadual.  Esta pergunta, na prática, pode ser a mais importante de todas se for usada para dar seguimento.

 

Perguntamos em quais áreas os respondentes sentiram que os pastores de suas denominações mais precisavam crescer.  Escolhendo de uma lista de nove itens, os respondentes indicaram três que achavam que os pastores do seu círculo mais precisavam e mais três como áreas secundárias.  As áreas mais escolhidas foram:

  • A relação consigo mesmo (saúde emocional, caráter cristão) – 62%
  • A relação com o cônjuge e filhos – 55%
  • A relação com Deus – 47%

 

Através dos anos, pesquisas de necessidades de pastores acabam destacando a mesma área: sua relação com Deus.  Esta pesquisa surpreende com dois destaques acima disso.  O primeiro é um chamado claro quanto a valorizar a formação de vida, seja no caráter ou no lado emocional.  Pastores carecem de discipulado ou mentoria quanto a formar seu caráter, como também de aconselhamento ou ministério de restauração quanto ao lado emocional.  O segundo destaque sobre a família aparentemente está começando a ser reconhecido como uma carência tão grande quanto à relação com Deus.

 

De forma geral as seis necessidades relacionais foram bem mais ressaltados como carências do que as três habilidades ministeriais.  A necessidade de crescimento quanto a conhecimento bíblico ou secular é realmente bem menos importante ainda.  Aparentemente a maioria tem uma base boa quanto ao conhecimento e razoável quanto a habilidades ministeriais.  Onde realmente querem crescer é em suas habilidades relacionais.

 

Nos refizemos a mesma pergunta, pedindo que os respondentes indicassem sua necessidade particular perante as dez opções.  Uma maioria (54%) indicou sua relação com Deus como a primeira área de necessidade.  O segundo e terceiro itens mais destacados foram bem menos ressaltados: a relação consigo mesmo (9%) e com um grupo pastoral (8%).  Claramente a maioria dos líderes chaves pesquisados aproveitariam bem uma mentoria na área de sua relação com Deus.

 

Ampliamos a pesquisa pedindo que cada um indicasse as três áreas nas quais gostaria de crescer.  Á luz disso, as três maiores prioridades para crescimento são:

1) A relação com Deus (67%)

2) A relação consigo mesmo (49%)

3) O casamento e família (41%).

A necessidade de crescer na relação com Deus fica em primeiro lugar, mas a metade também ressaltou a necessidade de crescimento na relação consigo mesmo.

 

Após as três áreas que acabamos de mencionar, entre um quarto e um terço dos que responderam destacaram os três seguintes itens como quarta a sexta prioridades:

4) A habilidade de discipular, mentorear ou formar vidas (35%)

5) A relação com um grupo pastoral (25%)

5) A relação com um mentor (24%)

De novo, outras habilidades ministeriais (5%) e conhecimento (2%) foram bem insignificativos em comparação com as áreas comentadas acima.

 

Pedimos também que os pastores indicassem as estratégias mais importantes para implementar o pastoreio de pastores em suas denominações.  Dado a opção de indicar quantas quiseram entre doze estratégias, cada uma foi escolhida por pelo menos 59% dos respondentes.  Isto indica que cada estratégia alistada é bastante válida e interessante.

 

Pelo menos um quarto dos respondentes destacou seis itens como uma das primeiras três estratégias escolhidas.  Os primeiros itens em negrito abaixo também foram ressaltados quando a escolha era sem limite.  Os últimos dois itens alistados abaixo ressaltam áreas novas.  Elas são importantes, ainda que bem menos importantes do que os primeiros itens na lista.

1) Ter um pastor apaixonado para o pastoreio ou mentoria de pastores e designado para isso (56%).

2) Você (a pessoa que respondeu à pesquisa) ser mentoreado ou ter um líder pastoral (49%).

3) Todos os pastores em seu círculo serem encorajados a serem pastoreados ou mentoreados (31%).

4) Esse pastor levantar uma equipe para estender esse pastoreio ou mentoria (27%).

5) Esse pastor (aquele que lidera o pastoreio de pastores na denominação) ser mentoreado ou ter um líder pastoral (26%)

6) Todos os pastores serem encorajados a pastorearem ou mentorearem outros líderes chaves que a sua vez aprenderiam reproduzir isso em outras pessoas (25%)

 

No final da pesquisa, quando foram perguntados sobre a importância de um movimento ou rede de pastoreio de pastores em seu contexto, ninguém deu nota baixa.  Umas poucas pessoas (6%) indicaram uma importância não muito alta dando notas de 6 ou 7.  Mais de um quarto (27%) indicaram uma alta importância (notas 8 ou 9) e a grande maioria (67%) indicou a importância máxima: nota dez.  Aparentemente existe uma necessidade sentida para este ministério na maioria das 34 denominações que participaram da pesquisa.

 

Para encerrar, perguntamos “quanto tempo semanalmente, você estaria disposto a dar para que isso se torne uma realidade em seu contexto?”  Fica claro que a grande maioria (89%) não tem um chamado para se dedicarem ao pastoreio de pastores.  Mas houve um grupo diferente (11%).  Quatro pessoas responderam que dariam 11-20 horas e quatro pessoas indicaram 30 horas ou mais.  Essas pessoas são bem estratégicas no movimento de pastoreio de pastores.  Precisamos encontrar mais pessoas como elas, com chamado e paixão.  Sonhamos em Deus levantar pelo menos uma pessoa que possa ser tempo integral nisso em cada denominação acima de 100 pastores no Brasil.

 

Outros links:

  1. Um download deste relatório como documento Word.

 

  1. Algumas idéias de como estender o pastoreio de pastores numa denominação.

 

  1. Voltar para a página principal de parcerias.

 

  1. O formulário da pesquisa na qual este relatório se baseia.

 

  1. As tabelas iniciais sem comentários quanto a cada pergunta na pesquisa.

 

  1. Um relatório mais cumprido da pesquisa de líderes denominacionais com tabelas e mais detalhes.

 


  1. Implementando o Pastoreio de Pastores numa Denominação[2]

Algumas idéias a seguir serão mais relevantes em certos contextos, outras em outros contextos.

  1. Apoio do presidente e liderança da denominação: fazer uma tempestade de idéias com ele e depois com o grupo principal de 4-6 líderes da denominação. Isso os envolve, ganha o apoio deles e permite que eles sentem que são partes de qualquer projeto que possa surgir.
  2. Pesquisa: Administrar a pesquisa para líderes denominacionais para o presidente e para esse grupo de 4-6 líderes chaves. Ter uma mini-consulta de 4-8 horas com eles para conversar sobre os resultados da pesquisa e opções para a prática do PdeP na denominação.
  3. Consulta nacional ou estadual de pastoreio de pastores: dois líderes da denominação participarem da Segunda Consulta Nacional em 22-25 de setembro, 2008 em SP ou em futuras consultas estaduais de 4-8 horas. Se não houver consulta escalada para seu estado, os interessados podem ajudar a organizar uma consulta com a possível participação de David Kornfield ou de outro facilitador não denominacional.
  4. Assessoria de outro líder denominacional: depois de se conhecerem numa consulta nacional ou estadual, líderes denominacionais podem passar a assessorar uns aos outros. Por exemplo, a ICEB tem dois pastores que trabalham tempo integral (um em SP, outro em GO) para dar cobertura a aproximadamente 450 outros pastores.  Outras denominações podem se beneficiar de suas experiências e seus modelos de trabalho.
  5. Clínica de Mentoria: após passos iniciais como os indicados acima, ver se existe interesse da parte da liderança da denominação numa Clínica de Mentoria de Pastores e Líderes. Esta Clínica pode ser especificamente para líderes estaduais e seus cônjuges, possivelmente convidando mais alguns pastores chaves da denominação.  A Clínica poderá ser ministrada por instrutores do MAPI.
  6. Consulta da Liderança: avaliar a possibilidade da liderança principal da denominação dedicar mais 1-2 dias após a Clínica para fazer uma avaliação, aplicação e adaptação para a realidade da denominação.[3] Nestes dias adicionais poderão introduzir alguns conceitos iniciais sobre o desenvolvimento de uma equipe na liderança denominacional, como também uma equipe pastoral nas igrejas desses pastores.
  7. Repetir a Clínica: a Clínica poderá ser repetida em cada região do Brasil, com 4-6 líderes de cada estado (com suas esposas?), sendo um grupo de aproximadamente 20-25 pastores. Voltando a seus estados, cada núcleo estadual caminharia durante um tempo de 6 a 12 meses para vivenciar o pastoreio de pastores entre eles. Depois dessa experiência, estenderiam o PdeP para os pastores no Estado, começando com a Clínica.
  8. Assessoria: existe a opção do líder estadual denominacional de pastoreio de pastores ser assessorado, no início, pelo líder estadual do MAPI.
  9. Estudar bons recursos na área, como:
  10. Hendricks, Howard e William; Como o ferro afia o ferro – A formação do caráter por meio do mentoreamento, Shedd Publicações, 2006. Este livro é fora de série, dedicando a primeira metade aos que querem ser mentoreados e a segunda aos que querem ser mentores.  Os termos mentoria e pastoreio de pastores são intercambiáveis.
  11. Kornfield, David; O Líder que Brilha – Sete relacionamentos que levam à excelência, Vida, 2007. Seis capítulos aprofundam cada um dos sete relacionamentos, com perguntas ao final de cada capítulo para reflexão, discussão e aplicação.  Dois desses sete relacionamentos enfatizam o pastoreio ou mentoria mútua e o pastoreio ou mentoria vertical.
  12. O site do MAPI (Ministério de Apoio a Pastores e Igrejas) mapi-sepal.org.br oferece excelentes recursos na área de mentoria e pastoreio de pastores.

 

  1. Pastoreio de pastores mútuo pode ser estruturado ao nível de uma cidade, região ou denominação, como também entre líderes na igreja local. Funciona melhor quando existe a opção das pessoas escolherem com quem gostariam de estar num trio ou grupo pequeno.  Estes grupos pequenos podem variar de um ano para outro, como também podem continuar.  Ajuda se alguém no grupo for eleito facilitador, responsável para ver que o grupo funciona bem.  Este papel pode ser trocado a cada ano.  Também existe a opção de configurar novos grupos no início de cada ano.

 

  1. Pastoreio de pastores vertical não pode ser implementado como estrutura da denominação, como também não pode ser estruturado na igreja local. Este pastoreio requer uma afinidade especial entre as duas pessoas.  Como o Hendricks diz “Procurar um mentor é semelhante a procurar um amor”.  Pode e deve ser encorajado pela denominação, mas vai depender dos pastores assumirem a iniciativa de fazer isso acontecer.

 

Outros links:

  1. Um download desta página como documento Word.

 

  1. Catalisando um movimento de pastoreio de pastores.

 

  1. Voltar para a página principal de parcerias.

 


  1. Catalisando um Movimento de Pastoreio de Pastores

“Eu vou lhes dar pastores verdadeiros que pensam e sentem como Eu.

(segundo o meu coração – ARA)

Eles vão guiar todos vocês com sabedoria e inteligência”(Jr 3.15 BV)

 

“Portanto, você, meu filho, fortifique-se na graça que há em Cristo Jesus

e as palavras que me ouviu dizer

na presença de muitas testemunhas,

confie-as a homens fiéis

que sejam também capazes de ensinar outros (2 Tm 2.1,2 NVI)

 

“O Reino dos céus é como um grão de mostarda

que um homem plantou em seu campo. 

embora seja a menor dentre toda as sementes,

quando cresce torna-se a maior das hortaliças e se transforma numa árvore,

de modo que as aves do céu vêm fazer os seus ninhos em seus ramos… 

O Reino dos céus é como o fermento

que uma mulher tomou e misturou com uma grande quantidade de farinha,

e toda a massa ficou fermentada”  (Mt 13.31-33 – NVI)

 

Temos a visão de “Cada pastor com um mentor; cada igreja com liderança saudável.” Precisaremos ver um mover do Espírito que explode em todas as denominações.  Precisamos de um movimento.

Veja os seguintes links para aprofundar o assunto.

  1. A diferença entre movimento e organização
  2. MAPI como um estudo de caso da tensão entre movimento e organização
  3. Níveis e estágios num movimento de mentoria
  4. Josué como modelo de líder de um movimento

Se quiser, volte para a página principal de parcerias.

 

 

  1. Outro Recursos
  2. O formulário da pesquisa feito com líderes denominacionais sobre o pastoreio de pastores. (Elis ou Valéria, veja o documento separado (por ter margens diferentes) com título “6.1. Pesquisa de Líderes Denominacionais sobre Mentoria – Versão Site.”
  3. O formulário da pesquisa sobre o pastoreio de mulheres no ministério. (Preciso pedir isto da Bárbara Lamp).
  4. Resultados da pesquisa feita sobre o pastoreio de mulheres no ministério. (Preciso pedir isto da Bárbara Lamp).
  5. Programa da Consulta Nacional de Líderes Denominacionais sobre o Pastoreio de Pastores.

Se quiser, volte para a página principal de parcerias.

 

 

[1] Este documento foi traduzido do “Power of Connecting”, dezembro, 2004.

[2] Estas idéias podem se aplicar a um movimento como a Igreja em Células ou a Igreja com Propósitos, como também a um conselho de pastores de uma cidade ou de várias cidades.

[3] Por exemplo, a Igreja em Células em março de 2008 dará seguimento à Clínica para sua liderança principal com mais um dia de avaliação, aplicação e adaptação (começando no almoço, segunda-feira, e terminando no almoço da quinta-feira), imediatamente antes de seu congresso anual.